leninalopes

To de um jeito, que eu falto chamar i celular de meu bem

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Sexta e domingo

Na sexta feira a conversa é o converso. Destribuiem se mimos apressados que se queimam a luz do sol.
Elas nao sabem, mas tudo na sexta feira cheira a lençol. Desodorantes vagueiam mudando a fragância das intensoes para a dos sentidos. Eles nao sabem, mas a sexta feira é do pescoço e mamilos.
Às cinzas de um dia ergue-se um Sábado intermediàrio entre o congênito das relaçoes e a conjentura dos fatos. Aqui fala-se muito de beijos vazios e abraços falsos.
Em seguida ao Sabado eis que surge o aureo Domingo, onde alem de estar tudo fechado, talvez você esteja sozinho. Porém é  tudo dourado e as vezes ate faz friozinho.
Assim raramente troco as meias  por sapatos e prefiro ver filminhos.
É so mais um dia relaxado,para um próximo domingo. 

Peça

Onde uma morte findou-se nasceu um rio. o curso alterou afluxos, derrubando pedreira que cessou quedas aguas e cachoeiras. Deu origem a dois rios que corriam paralelos, um mais antigo, o rio de leite e o outro mais recente, o rio de sangue. Os antigos habitantes das margens do rio de leite passaram a cultivar sentimentos maternos de esperança e alegria. Enquanto nas margens do rio de sangue passaram a viver antigos habitantes do rio de leite que marcados pelas secas dos afluxos do antigo rio nutriam sentimentos de odio e rancor. Formou- se uma guerra entre as duas populaçoes. Uma requeria a direito de continuar a irrigar sentimentos de festa e alegria e a outra desejava estender o estandaste de suas dores. Havia qualquer desconsideraçao na existencia desses ultimos que parecia suprimir o apelo que a tristeza trazia em marcas no rosto e pobreza.
A mudança dos cursos seguiu constantes. Causando enchente de varios sentimentos nas duas populaçoes que tiveram que …

Traços

Entre a força e a forca existe apenas um traço.
Existiam tantas coisas boas no meu passado…
A fome deixa o sugeito descrente
Faz dormi antes das outras gentes!
E entre o passado e o futuro apenas um traço.
Esse traço presente no rosto de minha mae…
Tao triste querida, nós e nossas consolaçoes.
Injustiças sejam feitas a esses coraçoes multilados
Tentando provar a força em meio a feridas
Rimos,
Arremates de aço…
Mas teu rosto e tao triste,
Espelho de minha naçao,
Que ate a beleza que de si em mim inside
Tem nas bordas sua coerçao.

Qurria plantar meus pe na terra
Mas nessa areai nao ha como plantat.
As ondas do mar me vertem em soro
Usurias de minhas doçuras estao no porto
E frias sao as linguas a transpassam 
Agora, mercadoria e farsa
Entrega -se ao castigo do ser.
Minha visao,
Que outro compreendia,
Embaça
Olhando as aguas do mar alcançam onde eu fiz por merecer.

La chica que hay no fala

Éran más grandes cuándo estaban a dentro, lejanos cuando estavan al centro,mejores cuando no intentaban, peores cuando sencillos lloraban… eran sus sentidos cuando ganabas vinos y sospiros cobrizos. Cuándo fuertes imaginabas y ya loca no los vía al lado. No sabes más los signos. Perdió lo que habia vendido,ganó amores perdidos, sufri como aquello donde nadie habitó ,se reir como simpre boracho de ti. Como aquello que se unbicó.

O que nao lembro,intervalos de tempo.

Há dias atras estive intimamente ligada ao meu passado. Um passado bem recente diga -se de passagem, mas invadida por uma visita e arrebatada por um par de olhos femininos indigenas, me separei do objetivo dessa primeira postagem. Me parece que seria algo auto-biografico e antologico…
Gostaria entao de dizer que o nós, recebeu influências do sou e do vós, andou entre capelas algozes, gozou de venéreos venetas, pousou sobre repentinas mortes e suou todo sal de mar que havia nos olhos. Repousou onde nao há pousar e hoje… “Eu vou te falar que você não me conhece”

Lampejo do tempo… O que relembro.

Começo este post com o seguinte site: http://www.leninalopes.blogspot.com.br . Aqui comecei a escrever na internet. Movida por ideais revolucionários e assolada por uma doença que não soube compreender bem, a depressão, resolvi tornar publicos conversas que eu tinha comigo mesma quando  sonhava.Para isso eu criei uma personagem superior a mim e que vivia no meu futuro. Quando eu sentia dor, cansaço, tristeza ou amor, era a ela que recorria para descorrer sobre esses assuntos, ou simplesmente tentar explicá-los.Por isso, a minha poesia não é como falo. Há outro aspecto interessante no fato de minha poesia ser  Quando decidimos criar este bolg, estávamos otimistas no futuro, então este seria nosso elo com o passado, pra que nunca nos esquecéssemos do ultero que nos formou. No entanto, não queriamos uma coisa grosseira, queriamos o melhor de nós duas, queriamos nos ler futuramente e sentir saudade, além é claro, de pensar no público que nos leria e que mais tarde seria fundamental para a carreira que desejamos seguir, a de escritoras…

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